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Pesquisa aponta aumento da confiança dos consumidores fluminenses em relação ao emprego

Publicada em 09/02/2022

O primeiro levantamento de 2022 realizado pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) com consumidores do estado do Rio mostra que os fluminenses estão mais confiantes em relação a assuntos como emprego. Em janeiro, 39,8% dos entrevistados afirmaram que não tiveram medo de perder o emprego – em dezembro, este índice correspondia a 36,4%. Em contrapartida, 42,8% estariam com muito receio em perder o emprego nos últimos três meses e 17,4% afirmam que estavam com pouco medo.

EMPREGO

Na pesquisa, houve uma pequena retração no número de consumidores com medo de perder o emprego nos próximos três meses: de 61,8 para 60%. O percentual dos que não têm medo de ficar desempregados subiu de 38,2% para 40%.

RETOMADA ECONÔMICA

Em relação à retomada econômica brasileira, ocorreu uma nova queda na confiança dos cidadãos: de 31,2% para 30,1%, redução de 1,1 ponto percentual. Para 47,1%, a economia vai piorar e 22,8% acreditam na estabilização.

Questionados sobre a expectativa da retomada econômica no estado do Rio, o índice dos pessimistas apresentou leve aumento: de 47,3% para 50,3%, aumento de 3 pontos percentuais. Já o número de pessoas confiantes apresentou leve redução de 30,8% para 26,5%.

RENDA FAMILIAR

O número de fluminenses que afirmaram ter sofrido diminuição da renda familiar aumentou, indo de 51,7% (dezembro) para 53,3% (janeiro). Houve estabilidade no percentual de pessoas que afirmaram ter aumentado a renda: 7,9% – tanto em dezembro quanto em janeiro.

Para os próximos três meses, a pesquisa mostra uma leve diminuição do pessimismo em relação ao mês anterior: a porcentagem de fluminenses que acreditam em algum tipo de redução da renda familiar nos próximos três meses passou de 31,9% para 31,4%. Por outro lado, o número de pessoas que acreditam no aumento da renda apresentou incremento nesse estudo, passando de 20,7% para 21,9%.

ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA

O percentual de consumidores não endividados subiu de 32,9% para 34,2%. O total de fluminenses que se declararam endividados ou muito endividados apresentou leve queda, indo de 42,4% em dezembro para 42,1% em janeiro. O percentual dos que se dizem pouco endividados apresentou leve diminuição, indo de 24,7% no mês anterior para 23,7% na sondagem do mês corrente.

A inadimplência registrada se manteve em 44,5%, como registrado em dezembro. Além disso, o índice de fluminenses pouco inadimplentes subiu de 15,2% para 18,5%. Já o número de cidadãos sem restrições se manteve estável: 55,5%, mesmo percentual registrado em dezembro.

Entre os que se declararam inadimplentes, o cartão de crédito segue na liderança (60,4%), seguido pelas contas de luz, gás, água, internet e telefone (36,6%), crédito pessoal (33,2%), pelo cheque especial (31,2%), IPVA (19,8%), aluguel (17,3%) e IPTU (16,3%).

CONSUMO DE BENS DURÁVEIS

Perguntados sobre os gastos com bens duráveis nos próximos três meses, 28,8% dos consumidores afirmaram que devem aumentar esse tipo de consumo, apresentando aumento de 0,7 ponto percentual em relação a dezembro (28,1%). Outros 34% responderam que vão diminuir esses gastos – no mês anterior foram 37,6%, queda de 3,7 pontos percentuais. Já 37,3% responderam que irão manter esses gastos, enquanto na sondagem passada foram 34,3%.

A sondagem ocorreu entre os dias 17 e 18 de janeiro e contou com a participação de 465 consumidores do Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de entender quais as expectativas dos fluminenses com relação a retomada da economia do estado do Rio e brasileira, além da percepção sobre o desemprego e renda familiar, entre outros indicadores.

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